quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Journey

Nada, além de um dragão, me fazia mal. Eu podia cantar e voar. Meu avatar parecia inocente, humilde e determinado. Senti os caminhos debaixo dos meus pés, a dificuldade do terreno. Passei por um grande templo onde encontrei meu semelhante, escorreguei nas dunas, dei vôos altos. Se você pega as letras, pode voar mais. Simbólico, não? Se bem que não há um passo que não seja metafórico. Tive companhia, tive paciência. Minha jornada foi menor que a do meu namorado, mas os dois nos demos conta de que os pés vão sozinhos no final das nossas jornadas.


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