domingo, 7 de agosto de 2016

Shhh

É muita exposição, é muita pena, é muito do que não se deve para escrever. A censura excita a vontade, a crítica arde, ácida, na obra de arte. O poeta, passa de frágil, pobrezinho, é dependente. A pesar de doer mais para escrever, de suar mais para compôr, de ter muito mais coragem para ser sensível e sentimentalista do que essas rochas firmes de pedra pomes. E é por isso que de amor eu não falo mais. Nunca mais.

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