quarta-feira, 1 de junho de 2016

Monet

Era uma vez um homem que pintava quadros com a própria perspectiva. Esse pintor não seguia tendências anteriores, era o que chamamos... Excêntrico. Um belo dia resolveu expôr sua obra numa feira, galeria, sei lá, em algum lugar engomadinho desses que tem críticos. E os caras meteram o pau na arte dele. Disseram que aquilo não passava de uma "impressão" do que era a arte de verdade.
Monet tinha a opção de pegar o quadro, colocar debaixo do braço e nunca mais pintar nada parecido porque os "críticos" disseram blablabla. Ele também tinha a opção de ouvir, tirar algum proveito que fosse, se visse necessidade, e continuar pintando o que o coração mandava.
De um deboche surgiu o nome de um movimento e da crítica... Bem, nunca saberemos se Monet deu ouvidos, mesmo que não fosse para a parte técnica.
Não importa se um quadro dele hoje vale mais que todos os apartamentos do meu prédio. Isso não tem nada a ver com arte. Preço não tem nada a ver com arte.




Esse, por um acaso, é meu quadro preferido dele. Não sei se pela mistura de cores ou se pelo fato de estar amanhecendo, sei lá. Só sei que de todos os que vi esse me passou algo diferente.

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