domingo, 26 de junho de 2016

I am like fire

I like fire
I'm like fire
I am fire
Me sentia só e descobri que o que precisava era de fogo. Acendi uma vela e esperei me surpreender com uma grande chama. Por dez minutos tudo que aconteceu foi: nada. A minguada não vingava, não ardia. Busquei mais fogo no fogão e descobri que não fazia diferença, a chaminha era teimosa (ou seria preguiça?). Abri a gaveta e peguei uma vela de reza, grande, nova, forte. Daquela chaminha minguada de repente surgiu o fogo das minhas expectativas. Pronto, agora ela tinha uma companhia. Quem sabe agora crie forças para permanecer ao lado da outra? O tempo foi passando, a chaminha permaneceu acesa.
Pequena.
A outra seguiu forte, brilhosa e, curiosamente, a que mais me instigou foi a primeira que as vezes parecia apenas um pavio incandescente, as vezes parecia uma pequena vida, uma pequena morte, uma incrível dualidade humana enquanto a outra se consumia loucamente.

    

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