quarta-feira, 30 de março de 2016

Metalinguagem temporal

Ultimamente tenho pensado no futuro do pretérito, no pretérito mais que perfeito. No fundo, descobri que esses tempos são incompreensíveis não por culpa do português, mas pela incapacidade do ser humano de lidar com tantas possibilidades.
Tenho registradas em minha mente três ideias: passado, presente e futuro que de nada me ajudam já que aquele é imutável, este - como diria Drummond - intangível e esse inexistente. Se eu parar pra pensar em relatividade do tempo, hoje é o futuro do meu eu pré-adolescente e em alguns anos o passado do meu eu idoso.
Se você espera que eu entenda de relatividade, meu caro leitor, está enganado, eu não sabia nem que ia escrever esse texto.

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